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quinta-feira, 5 de março de 2009

Criatividade x Inteligência

Um post curto, mas pra mim está cada vez mais claro: criatividade é inteligência... (emocional, racional, analítica, pessoal...)

E pra você?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Suor x Dom

Muitos estudantes entram no blog e perguntam: "Se eu entrar em um curso de publicidade vou ser bem sucedido? Quanto é trabalho e quanto é dom? Preciso ser criativo para trabalhar com publicidade?".

Bom, um ponto que comentei em outro post e que reforço aqui é: criatividade você precisa em qualquer ramo de negócio e qualquer atividade. Seja para melhorar um processo que você faz mecanicamente todos os dias, seja para encantar o cliente, seja para propor uma solução que mude a percepção do seu trabalho ou até para passar uma mensagem de uma forma não tradicional.

Depois tem a questão do dom. Penso que todas as pessoas possuem um dom para alguma coisa e acho que uma das coisas mais difíceis da vida é encontrar qual a nossa missão aqui na Terra. E aqui não tem uma solução fácil, mas uma dica é experimentar, estudar, escutar, procurar conhecer mais sobre o assunto antes de mergulhar a fundo. Se você tem condições, tire um ano antes de começar a faculdade pra se conhecer melhor.

Viaje, conheça pessoas, faça um programa de work and travel, atualize seu conhecimento em idiomas... tudo isso pode ajudar você a encontrar o seu ramo de verdade e te ajudar muito lá na frente, no mercado de trabalho.

E um último ponto, existem pessoas extraordinárias que não precisam se esforçar muito para conseguir as coisas. Mas os talentos que conheço trabalham MUITO, mas muito mesmo. São pessoas focadas e não necessariamente criativas, mas estudam, lêem, vêem referências e, principalmente, se cercam de pessoas melhores que elas.

Então uma última dica pra você que está pensando em cursar publicidade: não se preocupe tanto se você é uma pessoa criativa, se é uma pessoa que tem o dom para a publicidade: mas se preocupe se está disposto a trabalhar muito, acordar todos os dias pra procurar a melhor solução para as necessidades do seu cliente, estudar sobre todo e qualquer assunto, buscar referências, etc.

(E Luis, o conhecimento de ferramentas de edição de imagens e ilustração pode ser um diferencial no momento da sua contratação em uma agência. Mas não apoie o seu desenvolvimento profissional apenas no desenvolvimento em ferramentas. Pois cada vez mais faltam profissionais bons para planejar uma ação do que para resolver uma idéia no photoshop, por exemplo. No começo da sua carreira isso pode ser um diferencial para você entrar no mercado, mas depois de alguns anos, certamente um jovem profissional topará receber muito menos do que você para trabalhar com essas ferramentas).

abraços,

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Did you know?

Uma coisa que sempre digo aqui na agência para os estagiários que entram na equipe:

"Você não vai pra uma faculdade ou pra uma escola ou pra algum curso pra aprender somente uma coisa específica. Mas vai lá pra aprender a pensar, pra interagir, pra se inspirar."

Critico muito a forma em que as universidades e escolas empacotam os estudantes em embalagens pré-formatadas e com rótulos todos escritos a mesma coisa com as decorebas e tudo mais.

Como vamos ensinar os novos profissionais sobre coisas que ainda não foram inventadas? para problemas que ainda não existem? Pra um mercado que ainda não existe e está se transformando constantemente?

O vídeo abaixo nos faz pensar nisso e em muitas outras coisas também!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Marketing Político

Seguindo a sugestão do Felipe Moura, algumas linhas sobre marketing político:

Particularmente sempre achei um pouco confusa a idéia de marketing político. Se formos pensar na política como uma atividade que não é exatamente um serviço ou um produto, e sim uma atividade cívica em que um representa muitos, não sei se é correto atribuir conceitos de mercado e competitividade para uma atividade que deveria ter como preceito básico a igualdade de oportunidades numa provável candidatura.

Atualmente, sei que é uma prática comum, sei que quem pratica vence eleições (e perde também), mas até que ponto isso é bom para a população?

Um marketeiro político segue alguma ideologia de algum partido? Ou segue a ideologia do mercado numa campanha política em que o retorno sobre o investimento são votos no final da eleição? Ou é o dinheiro ou a troca de favores que será possível com determinada pessoa no poder?

O candidato, no final das contas, é um sujeito virtuoso, capaz, realizador, representativo de um grupo, ou é um produto sem direito a recall?

Um candidato que se transforma em um produto, no final das contas é caro e irresponsável com a imagem de "ser político", pois desvirtua a profissão. Aliás, candidato é uma profissão? Ou um cargo?

Hoje em dia qual é a criança que sonha em ser um político? Pra mim, campanha política é como o marketing viral. Tem que ser no boca a boca.

Radio x Justiça x Cidadania

Fugindo um pouco do tópico de publicidade e propaganda, hoje estava ouvindo a radio sobre um concurso que estava nos correios e uma candidata não havia conseguido se inscrever por alguma restrição.

... enfim, o caso em si não importa muito. O que importa realmente é que a pessoa pode até ter buscado a justiça ou a própria instituição dos correios, mas o que realmente resolveu, foi ela ter buscado a rádio e hoje a pessoa está inscrita no concurso para uma vaga de estágio.

seria interessante termos um estudo de uma porcentagem de quantos casos são resolvidos quando a justiça é envolvida e quantos são resolvidos com a mídia. Minha impressão é que as empresas têm se sensibilizado mais quando o problema é levado abertamente para a opinião pública.

em 1 hora ouvindo o rádio foram pelo menos 3 casos. Esse citado acima, outro do fox que mutila os dedos e outro da matel que não reembolsou algumas pessoas pelo recall das bonecas com material tóxico.

agora, refletindo um pouco mais sobre a questão: é muito mais fácil ligar para um telefone do que passar por todos os processos burocráticos para se resolver uma questão via meios legais (infelizmente).

domingo, 18 de novembro de 2007

Agências de publicidade, mercado publicitário e fontes

Esse post é para o Vitor que deixou um comentário aqui no blog:

Na minha opinião o mercado está muito bom, aliás, o mercado sempre está bom para bons profissionais. De qualquer forma, especialmente para as agências on-line o trabalho tem aumentado bastante nestes últimos meses e a procura por profissionais qualificados ou com potencial de crescimento tem sido muitas vezes frustrantes.

O que procuramos em um profissional? Eu listo algumas características (minha opinião):
- Comprometimento
- Criatividade (não só de criação, mas de melhoria de processos e trabalho em equipe também)
- Vontade e facilidade em aprender
- Alta capacidade de adaptação
- Foco no resultado e otimização (de tempo, recursos, dinheiro)
- Entrega mais do que é pedido (com relação à qualidade, não escopo)
- Coloca um toque pessoal em seu trabalho
- Cumpre prazos
- Respeita a família.

Com relação à publicações sobre o mercado e meio das agências de publicidade, vou citar alguns, mas realmente existem várias:

Meio e mensagem - www.mmonline.com.br - tradicionalíssimo
Blue Bus - www.bluebus.com.br - interessante pelo formato direto e rápido
Update or die - www.updateordie.com.br - um blog focado em inovação, muito interessante

... entre outros.

Aproveite as dicas e volte sempre!

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Ir à esquina, tomar um sorvete

só para complementar o post de 2 posts abaixo, quando estava trabalhando numa ong que enviava intercambistas para o exterior, costumava dizer:

"Vá a esquina: tome um sorvete!"

Isso tinha 2 significados principais:

- Não perca tempo pensando o que você está fazendo aqui (ou lá no exterior).
- Perceba os sabores, o clima e a paisagem de um lugar diferente todos os dias.

o sorvete nem importava tanto. a experiência sim!

Estudar publicidade?

Como estudar propaganda? na verdade não existe uma receita.

Primeiro, porque quando alguém pensa em publicidade, pensa logo em trabalhar com criação. E não existe aula de criação e sim, aulas de estímulo à criatividade, aulas de processo criativo e aulas de referências de criação.

Na minha aula de criação, tivemos algumas coisas de brainstorm, por exemplo. Recebíamos um briefing e começávamos a divagar sobre os assuntos todos.

Aliás, você sabe o que é um briefing? Se você já for um profissional de publicidade ou atuar no ramo, deve saber que se trata do principal documento de um processo criativo.

Simplesmente porque ele cria as balizas para o seu pensamento. Dizem que o verdadeiro criativo é aquele que consegue ir até onde a loucura pode levar, mas consegue voltar ao seu estado normal.

O briefing é o antídoto para ele voltar da terra da imaginação e do mundo das idéias para o terreno mundano, onde existe dinheiro do cliente envolvido.

Mas e aí, ver anúncios bastam? ver televisão basta?

As idéias vem de você andar no supermercado e conversar com a pessoa que repõe produtos nas gôndolas. De conversar com o cobrador e de participar de uma atividade voluntária em uma ONG com poucos recursos.

De ver um estrategista político, divagando sobre como irá conseguir votos... de um filósofo falando sobre a vida, de um caminhoneiro escrevendo aquelas frases de caminhão.

Criatividade é vivência.

Saia da caixa.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Jingle novamente

E não é que o jingle do lenouage mudou? 30 segundos bem mais interessantes e motivadores agora. : )

So falta o do Vale Fértil agora.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Vestibular Publicidade e Propaganda

Quando escolhi que ia fazer publicidade e propaganda, não tinha certeza exatamente o que queria fazer da vida. Mas sabia que gostava de música, cinema, fotografia, vídeo, impressos, arte em geral...

Mas quando olhava para aquelas pessoas dos cursos de publicidade e agências, não achava que me enquadrava naquele estilo meio alternativo e viajante. Nunca gostei de quando um "publicitário" olhava para uma peça na aula e dizia: "cara, isso aqui é #$#!$$".

aí eu me perguntava: "hmm... será que vende? será que o cliente está tendo lucro com isso?"

Nunca gostei da publicidade pra prêmios e a aula que achei mais interessante em todos os anos que frequentei a faculdade foi a de semiótica. Talvez por isso tenha tentado fugir do mundo das agências no início.

Acho que o que eu não queria ouvir um diretor chegar pra mim e pedir pra montar um anúncio para ganhar prêmios.

No final das contas, fui parar em uma agência extremamente focada no resultado e quer saber? os clientes estão muito felizes, os profissionais se sentem muito mais reconhecidos e no final das contas os prêmios estão chegando.

Mas vamos ao título do post. Se você está em dúvida sobre o que vai fazer no vestibular, ou se está em dúvida na escolha do curso de publicidade, vou tentar passar algumas dicas:

- este é um curso bastante interessante, mas que você vai aprender mesmo é no mercado.

- você não precisa dominar ferramentas, haverá alguém para executar suas boas idéias, mas ninguém começa direto no topo... tem que camelar bastante pra ter alguém executando suas idéias. Até lá é interessante saber o básico das principais ferramentas.

- entrar no curso é difícil. Sair é bem fácil.

- use o curso como networking. Isso foi algo que não fiz, mas meus colegas que fizeram nunca ficaram sem emprego.

- dificilmente você vai se aposentar na agência que entrou. Enriqueça seu portfólio por onde passar.

- existe vida fora das agências. Trabalhar no mundo corporativo é muito interessante e uma das melhores escolas para depois você entender melhor seus clientes quando estiver do outro lado.

e é isso aí. Boa sorte no vestibular esse ano e faça o maior esforço para passar, pois depois dessa fase, logarítmos e tabela periódica somente como elementos criativos!

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Existe limite da ética?

Tive aula de ética na faculdade. Meu professor discorria principalmente sobre o código de defesa do consumidor e do código de ética das agências e anunciantes... enfim, houve uma série de conversas sobre a ética na propaganda, comparação de ética com a moral, etc...

Ontem estava vindo pro trabalho e ouvindo a rádio, eles anunciaram um Reality show, se não me engano na Holanda, em que o vencedor seria o escolhido para receber o rim de uma paciente terminal de câncer.

O que????

Como na Holanda é permitido a escolha de para quem será o beneficiário de uma provável doação de órgãos, eles (a endemol, vou escrever em letras minúsculas de propósito, criadores do big brother) fizeram a escolha de 3 pessoas que necessitam urgentemente da doação e uma delas será "agraciada" com a doação do rim.

1 delas viverá pra contar a história, as 2 outras vão pro caixão. sério. Elas não vão ter oportunidade de aguardar outra doação.

O engraçado é que, segundo os próprios organizadores, a idéia é incentivar a doação de órgãos com o programa e que, estatisticamente falando, os receptores têm 33% de chances de receber a doação de um órgão x 15% (acho) que teriam se ficassem à sorte dos procedimentos comuns...

e aí? o que você acha de tudo isso?

terça-feira, 17 de abril de 2007

Montando equipes de projetos

Ontem fui jogar futebol com os amigos e percebi uma coisa muito interessante. No começo do jogo, estão todos ali, aquecendo, outros chutando a bola e o jogo não começaria se uma pessoa não pegasse os coletes e começasse a distribuir eles entre os jogadores.

O cara vai lá, começa a distribuir os coletes e de repente os times estão formados e prontos pra jogar. Sem questionamentos.

O incrível, e isso notei ontem, é que esse amigo que escolhe o time, geralmente está no time que vence a partida. Contei quantas vezes perdi nos últimos jogos e percebi que todas as vezes que meu time perdeu, ele não estava nele.

Mais do que justo, pensei agora comigo. Quem escolhe o time, tem obrigação de vencer.

Como você está escolhendo quem joga com você? Essas pessoas têm afinidade, pensam como você, jogam em equipe? Existe alguma diversidade, ou todos jogam na mesma posição?

Por isso sou a favor de mesas de projeto. Estas semanas que têm passado, percebi um projeto com alguns ruídos e que estava pra causar algum distúrbio.

Ficou faltando alguém que escolhesse o time, distribuísse os coletes, atribuísse responsabilidades e chamasse todo mundo pra jogar junto.

Pense nisso, da próxima vez que você estiver aquecendo, alongando, jogando conversa fora, enquanto que alguém está pensando estratégicamente no plano.

Talvez você esteja sendo alocado para o time perdedor.

domingo, 18 de março de 2007

Mercado do futebol

Estava assistindo ao jogo de futebol hoje à tarde e finalmente algumas coisas ficaram mais claras pra mim:

- o mercado de futebol é como o mercado de ações. Um jogador nada mais é do que um ativo financeiro, que, se bem administrado, gera um lucro tremendo para um clube. Imagine um jogador que é contratado por 10.000 reais e vendido por 5 milhões de reais. São tantos zeros depois do 1 que a porcentagem fica bastante atraente, não?

- tirando o Rogério Ceni, acho que não existe um jogador mais que se identifique com um clube, que seja um herói para um time. Evidentemente, isso se deve mais por culpa do clube do que do próprio jogador, afinal o clube não se mantêm apenas com os contratos de TV e venda de ingressos: ele tem que vender jogadores.

- aí vemos um fenômeno de jogadores trocando de times o tempo inteiro e o time que você realmente torce, parece que acaba perdendo a identidade. É possível que se crie uma legião de torcedores de um jogador? Por exemplo, você assistiria um jogo do Barcelona sem o Ronaldinho Gaúcho? Bom, eu assistiria o Ronaldinho Gaúcho jogando até mesmo se fosse no campeonato ucraniano, no Dinamo Kiev.

- você já viu a propaganda de um time de futebol na TV? Tipo, associe-se ao Atlético mineiro? Ao Paraná Clube? Ao Remo? Mas você já viu uma propaganda do Kaká tomando guaraná Antártica, dos jogadores brincando com a bola na propaganda da Nike...

- será que temos um filão publicitário inexplorado nos times de futebol? Por que os times não se tornam marcas de verdade e aprendem a ganhar dinheiro?

... só pra pensar um pouco, depois de um jogo medíocre entre Ituano e Santos...

quinta-feira, 15 de março de 2007

Quando trocar de emprego?

Essa é uma dúvida cada vez mais recorrente nos dias de hoje, não?

De acordo com o Max Gehringer (estou escrevendo o nome de cabeça, me perdoa a falta de alguma consoante), você deve trocar pelo menos 5 vezes de emprego durante toda a sua vida. Não que você deva, mas que as estatísticas dizem assim.

O que te motivaria trocar de emprego?

- Um salário maior?
- Um desafio compatível com a sua capacidade?
- Uma mudança de local?
- O trabalho se tornou rotina?
- Não aguenta seu chefe?
- Não aguenta seus subordinados?
...

São vários os motivos, não? Pois é, mas e aí, o que tomar como base no momento de uma decisão?

Eu faria as seguintes perguntas, e as perguntas certas sempre ajudam bastante:

- Qual a minha perspectiva aqui na empresa?
- Onde quero estar daqui a 5 anos?
- Quais as minhas principais habilidades e virtudes?
- Gosto do que faço? Faço bem o que faço? O que gostaria de fazer, melhorar, desenvolver?
- Alguém depende da minha renda atual?
- Tenho propostas de outras empresas?
- Como está o meu networking?
- Tenho uma reserva financeira para 3 meses sem trabalhar?
- Onde está meu terno de entrevistas?


... bem, essas perguntas (e muitas outras também) funcionariam pra mim. Quais seriam as suas perguntas?

quarta-feira, 14 de março de 2007

Estudantes e Festivais

Estudante de publicidade: não deixe de ir a festivais. Vá a Gramado, vá à Morretes, vá a mostras de cinema, fotografia, arte, litografia!

Vá a feiras também! Feiras de comunicação, de fornecedores, de gráficas... talvez você encontre alguma novidade do meio, uma referência bacana de arte. Pode até conhecer alguém interessante para um trabalho futuro, aumentar seu networking e sua lista de freelancers.

É um meio que os contatos são muito valiosos. Saber quem faz o quê é o que faz a diferença muitas vezes na perseguição por uma nova conta.

E são nesses lugares que você vai encontrar esses contatos. Se você já trabalha, tente uma viagem de alguns dias pela empresa. Tente uma escapada da rotina para ouvir pessoas inteligentes, esforçadas e que fazem a diferença.

Pois, por pior que seja o filme, a obra ou a peça, a diferença do cara que está lá com a bunda na vitrine, é que ele está tentando fazer a diferença e buscando seu lugar ao sol.

domingo, 11 de março de 2007

Quais as novas tendências na publicidade?

Já escrevi 2 posts sobre esse assunto:

- Usuários criando conteúdo pra você.

- Usuários distribuindo esse conteúdo para você.


Ou seja, o futuro da publicidade é um cara com uma boa idéia e muitos amigos. Saber em qual rede social divulgar a sua marca fará toda a diferença.

Banners e pesos

Sabe qual a média para veiculação de um banner, em Kbs? entre 10 e 15. Alguns formatos são de 8 kb. Full banner... se você trabalha com imagens, sabe mais ou menos o que isso significa, não?

Fontes trabalhadas, fotos, cores, boa definição, animações, call to action. Tudo tem que estar otimizado. Existem alguns mágicos no setor que até conseguem otimizar uma imagem, vetorizar uma imagem, usar fontes com poucas curvas, e aí até conseguem um resultado "satisfatório" dentro dos míseros kbs...

Como melhorar a publicidade online, tendo esses limites? Acho que esse ponto seria um interessante de termos uma "revolução" 2.0. Que tal formatos diferenciados? Com uma vinculação com o conteúdo, relacionado com o histórico de navegação, com os cliques em anúncios anteriores, com possibilidade de qualidade maior de imagem, fontes, interação?

Não há dúvida que links patrocinados estão crescendo, assim como os programas de afiliado para a web.

Voltimeia me deparo com um banner bacana sendo veiculado, mas 98% das vezes fico com pena do designer, flasher, photoshoper que ficou ali dias e dias, estragando a peça perfeita pra chegar nos 8kbs... começo um manifesto aqui para uma revolução nos formatos publicitários! E você?

quinta-feira, 8 de março de 2007

Estabelecendo prazos

Como você estabelece um prazo para um novo job? Geralmente ele já vem estabelecido certo?

Se você trabalha em uma agência pró-ativa, em alguns jobs você terá a possibilidade de estabelecer seus próprios prazos e ainda por cima lucrar uma verba que não estaria planejada no seu orçamento anual. Parece bom, não?

Mas pró-atividade exige estudo, inteligência, inovação. Não basta chegar no cliente com uma idéia genial, 1 hora de powerpoints intermináveis... você consegue expor uma idéia em 20 minutos? você consegue seduzir um cliente em 20 minutos?

Como você faz uma venda? Com quem você negocia uma grande idéia? São diversos processos que devem ser estudados um a um.

Conheça a fundo o negócio, tenha um plano de negócios... tente exclusividade, marque reunião com quem realmente pode fechar o acordo.

Se você espera que um cliente te passe um job, provavelmente você nunca terá tempo para pensar em jobs que você estabeleça seus próprios prazos e tenha tempo e prazer para executá-los. Pense nisso.

domingo, 4 de março de 2007

Intervalo de filme

Esses dias estava no cinema e pensei o quanto é bom um intervalo pra recarregar a pipoca, ir ao banheiro depois de se esbaldar com um copão de refrigerante, namorar um pouco ou até pra tirar alguma dúvida sobre o cara misterioso de sobretudo...

Você provavelmente deve conhecer o Adsense e os novos programas de afiliados que estão surgindo pela internet: eles mostram anúncios de sites parceiros com base no conteúdo que está sendo mostrado na página do usuário.

E se esse conceito fosse migrado para a televisão? Vários filmes publicitários sendo exibidos de acordo com a programação que o telespectador estivesse assistindo. Talvez com a televisão digital isso seja possível.

Com isso, teríamos o seguinte cenário:

- Publicidade atingindo um alvo mais específico. Se a pessoa está assistindo o programa, provalvelmente ela tem um certo interesse no assunto. Nada mais apropriado, certo?

- Isso geralmente acontece com a copa do mundo, ou em eventos maiores, mas a repetição dos mesmos patrocinadores o tempo inteiro acaba tornando essas empresas parte da programação e a repetição acaba deixando esses anúncios invisíveis.

- Maior produção para as agências. Os anúncios teriam que ser cada vez mais específicos e poderiam ser veiculados no esquema de afiliados. A veiculação poderia ser cobrada nos formatos de "custo por exibição".

... Agora, você deve estar pensando: E com a chegada do TiVo e serviços afins? Na teoria o TiVo deve reduzir a visualização de propagandas na TV, mas isso é tema para um outro post. Não vamos estragar um bom brainstorm, certo?

História da publicidade

Se fizermos uma busca pelo termo história da publicidade no Google, encontraremos uma série de resultados. Isso comprova que a história existe para qualquer tipo de assunto, seja história da cadeira, história da carochinha ou história pra boi dormir...

se até história da propaganda vira tema de discussão, todo e qualquer assunto pode um dia virar macarrão.

mas até encontramos coisas interessantes, a história das coisas geralmente acompanha o momento histórico em que se vive... a linguagem, os desenhos, as formas utilizadas retratam a sociedade do momento.

da ingenuidade do "Aqui tem de tudo" até os anúncios com mulheres superstars quase sem roupa vendendo cerveja.

a publicidade mudou muito... acho que até a sociedade moderna deva ter surgido a partir dos anúncios publicitários...

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