Reunião de briefing
Se você trabalha já em uma agência, já deve ter se deparado com uma situação semelhante a desse vídeo. Se ainda não, prepare-se! (em inglês)
Informações sobre o mercado publicitário, anúncios publicitários, história da propaganda, jingles e agências publicitárias.
Se você trabalha já em uma agência, já deve ter se deparado com uma situação semelhante a desse vídeo. Se ainda não, prepare-se! (em inglês)
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Marcadores agências de publicidade, briefing, clientes, publicidade e propaganda, reunião
Não é sempre que temos essa oportunidade, de colocar um bom anúncio e o making off. Material riquíssimo para estudo e para entendermos um pouco mais da mente criativa por trás de um anúncio.
Vejam esse da Ford:
E o making off:
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Marcadores anúncios publicitários, briefing, comercial tv, criação publicitária, criatividade, filmes publicitários, propagandas
Como estudar propaganda? na verdade não existe uma receita.
Primeiro, porque quando alguém pensa em publicidade, pensa logo em trabalhar com criação. E não existe aula de criação e sim, aulas de estímulo à criatividade, aulas de processo criativo e aulas de referências de criação.
Na minha aula de criação, tivemos algumas coisas de brainstorm, por exemplo. Recebíamos um briefing e começávamos a divagar sobre os assuntos todos.
Aliás, você sabe o que é um briefing? Se você já for um profissional de publicidade ou atuar no ramo, deve saber que se trata do principal documento de um processo criativo.
Simplesmente porque ele cria as balizas para o seu pensamento. Dizem que o verdadeiro criativo é aquele que consegue ir até onde a loucura pode levar, mas consegue voltar ao seu estado normal.
O briefing é o antídoto para ele voltar da terra da imaginação e do mundo das idéias para o terreno mundano, onde existe dinheiro do cliente envolvido.
Mas e aí, ver anúncios bastam? ver televisão basta?
As idéias vem de você andar no supermercado e conversar com a pessoa que repõe produtos nas gôndolas. De conversar com o cobrador e de participar de uma atividade voluntária em uma ONG com poucos recursos.
De ver um estrategista político, divagando sobre como irá conseguir votos... de um filósofo falando sobre a vida, de um caminhoneiro escrevendo aquelas frases de caminhão.
Criatividade é vivência.
Saia da caixa.
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Marcadores arte da inovação, brainstorm, briefing, criatividade, estudantes, reflexão
Existe um texto do Guy Kawasaki que fala sobre a regra dos 10, 20 e 30 das apresentações do Power Point, adotei o método imediatamente.
Resumidamente, é o seguinte:
- No máximo 10 slides:
Deixe a apresentação a mais concisa possível para que ela dependa da sua presença na apresentação. Se o power point for tão auto-explicativo que você não precisa estar junto, parabéns, você pode entrar pra academia de letras. Até lá, faça slides com a idéia geral e explique com suas próprias palavras o que deve ser dito.
Aliás, se você colocar muito texto, vai acabar lendo o que está escrito no slide e o cara que está te ouvindo vai pensar: "Ei, ele está lendo o que está no slide... sabe de uma coisa, vou ler tudo antes dele e usar o resto do tempo pra pensar naquele bifão do almoço, que está me esperando"... e você perdeu uma grande oportunidade.
- Use no máximo 20 minutos:
Você deve tentar explicar as principais idéias em apenas 20 minutos. Parece pouco? são 2 minutos por slide. Experimente ficar em silêncio durante 1 minuto, de olhos fechados. Eternidade, não? Veja quantas palavras você consegue ler em 2 minutos. Aposto que se começar a ler lá de cima, já chegou aqui em 2 minutos. E já apresentamos várias idéias.
Mesmo que você consiga reservar 1 hora com o cliente ou com o diretor, você vai levar uns 15 minutos pra instalar o projetor (caso esteja usando um PC), e, na melhor das hipóteses, você apresenta em 20 minutos e ainda tem o restante do tempo pra fechar o negócio, tomar um café e responder perguntas.
- Use a fonte 30:
Ok, parece grande demais? então a sugestão que ele dá é pegue a pessoa mais velha da reunião e divida a idade dele por 2. Esse é o tamanho da fonte ideal para se utilizar. O motivo pelo qual as pessoas usam fontes pequenas, é porque as apresentações têm muito texto.
Como você vai escrever o mínimo necessário, então não precisa ser tímido com as fontes. Escreva para as pessoas lerem, não para elas pedirem a apresentação pra você no final.
No final, a única coisa que você quer ouvir é:
- Quais os próximos passos?
- Quando podemos começar?
- Poderia repetir a apresentação semana que vem para nossos superiores?
... e nunca:
- Você me manda a apresentação por email?
- Qualquer coisa, entramos em contato.
- ... já terminou?
Trabalhei como freelancer para alguns sites.
Se você procurar temas sobre contratos, vai encontrar uma porção deles. Mas uma coisa que os textos não explicam claramente é como lidar em situações que:
- Você consegue um job de freelancer, geralmente e frequentemente com pessoas do seu convívio pessoal, casos em que é muito difícil separar o pessoal do profissional. É o famoso caso do amigo que indicou o amigo...
- Você não tem empresa jurídica e qualquer contrato que você formule fica na informalidade, pois você não emite nota pra poder ganhar um pouco mais no suado job com retorno super baixo.
- O escopo não está bem definido e você decide se aventurar no trabalho, pois precisa da grana. O trabalho dura 18 meses, sendo que o valor inicial estava estimado para 1 mês de trabalho. O barato sai caro...
- Você trabalha eternamente em refações, pois o cliente não sabe bem o que quer.
- O cliente simplesmente some após a entrega do primeiro layout.
bom, fora os casos de falta completa de caráter como o último caso citado, é bem provável que você consiga eliminar 100% dos problemas não fazendo o trabalho, hehe, : )
mas como existe a necessidade, documentar é preciso. Consiga uma nota, compre uma se for necessário. Faça as negociações com base na clareza e estabeleça os termos de entrega.
O que é considerado uma entrega? Um wireframe, um draft, uma pesquisa inicial, uma referência... estabeleça as etapas do projeto e os critérios que consideram uma entrega realizada.
Pergunte muito no briefing inicial, veja mais dicas de como aprovar um layout.
Cobre uma entrada. 10, 20 ou 30%, o ideal, diria que é 30%. É o suficiente para o cliente não fugir, e para te motivar para realizar o trabalho.
E conversa. Bastante conversa. Não deixe as dúvidas resolvidas nas entrelinhas... talvez assim, você consiga minimizar alguns dos problemas que rondam o mundo dos freelancers...
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21:09
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